A Procuradoria Geral da
República (PGR) não apresentou neste domingo denúncia contra os mais recentes
presos na Operação Lava-Jato. Conforme interpretação dos procuradores que
conduzem as investigações, o prazo é de 20 dias para finalizar a denúncia
contra o senador Delcídio Amaral (PT-MS, foto)
e o advogado Edson Ribeiro. Ambos estão presos preventivamente desde a última
quarta-feira. Portanto, a denúncia contra os dois deve ser remetida ao STF (Supremo
Tribunal Federal) até o dia 15 de dezembro.
Neste domingo, a pedido da
PGR, o relator da Lava-Jato no STF, ministro Teori Zavascki, converteu as
prisões temporárias de Diogo Ferreira, chefe de gabinete do senador Delcídio
Amaral (PT-MS), e do banqueiro André Esteves em prisões preventivas. Pela
lógica da PGR, começaria a contar hoje o prazo de 20 dias para a apresentação
de denúncia contra os dois. A data limite seria no dia 19 de dezembro.
Segundo a PGR, a legislação penal dá 15 dias para a conclusão do inquérito contra um investigado que foi preso preventivamente. Depois de terminada a instrução do inquérito, passaria a contar o prazo de cinco dias para a apresentação da denúncia. Se a PGR entender que não há provas suficientes, poderá pedir também o arquivamento do caso. (O Globo)
Segundo a PGR, a legislação penal dá 15 dias para a conclusão do inquérito contra um investigado que foi preso preventivamente. Depois de terminada a instrução do inquérito, passaria a contar o prazo de cinco dias para a apresentação da denúncia. Se a PGR entender que não há provas suficientes, poderá pedir também o arquivamento do caso. (O Globo)
