Com a reviravolta na
composição da Comissão Especial que decidirá sobre o impeachment da presidente
Dilma Rousseff (PT, foto), o governo voltou atrás em sua estratégia de acelerar o processo
no Congresso. O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), que vinha
mantendo discurso alinhado aos interesses do Palácio do Planalto, também mudou
de tom nesta quarta-feira e anunciou preferir um recesso parlamentar mais
curto.
Antes contrário ao recesso
para evitar desgaste com manifestações de rua, o governo passou a defender uma
interrupção parcial dos trabalhos legislativos para não "estressar as
bancadas". Os parlamentares fariam pausa para o Natal e voltariam para
votar o processo de impeachment em sessão extraordinária do Congresso em meados
de janeiro.
A decisão veio após derrota na eleição da chapa oposicionista para a comissão do impeachment, mesmo após decisão do ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal, que sustou o processo até a próxima quarta-feira. (Com Veja Online)
A decisão veio após derrota na eleição da chapa oposicionista para a comissão do impeachment, mesmo após decisão do ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal, que sustou o processo até a próxima quarta-feira. (Com Veja Online)
