O ministro-calouro do STF,
o paranaense Edson Fachin (foto),
que recebeu o apoio até de lideranças tucanas de seu Estado para ser alçado ao
Supremo, comprovou ontem, ao suspender a formação e a instalação da comissão
especial da Câmara que analisará o pedido de impeachment da presidente Dilma
Rousseff (PT), seu viés de esquerda (e apego a Dilma e ao PT) ao tomar a decisão.
