O sistema de transporte público de Curitiba e da Região Metropolitana termina o ano como começou: sob a ameaça de uma paralisação e com empresários reclamando de dificuldades financeiras. Na sexta-feira (27), motoristas e cobradores aprovaram um indicativo de greve que deve ser deflagrada na terça-feira (1.º) caso não haja um acordo entre a categoria e empresários até lá.
O motivo, segundo o jornal Gazeta do Povo, é o aviso das empresas de que não há dinheiro para o pagamento do 13.° no próximo dia 30 e de que os salários de dezembro e janeiro vão atrasar, além da demissão de 2 mil trabalhadores que operam as linhas urbanas da capital.
Na segunda-feira (30), conforme o jornal, empresários e trabalhadores têm uma audiência no Ministério Público do Trabalho para tentar buscar uma solução para o impasse e impedir uma paralisação do sistema. De acordo com a assessoria do Sindimoc, nas linhas metropolitanas vão parar os ônibus das empresas que não pagarem o 13.º.
Em Curitiba, vão parar todas as linhas dos consórcios que tiverem empresas inadimplentes com os trabalhadores, relata o jornal.
O motivo, segundo o jornal Gazeta do Povo, é o aviso das empresas de que não há dinheiro para o pagamento do 13.° no próximo dia 30 e de que os salários de dezembro e janeiro vão atrasar, além da demissão de 2 mil trabalhadores que operam as linhas urbanas da capital.
Na segunda-feira (30), conforme o jornal, empresários e trabalhadores têm uma audiência no Ministério Público do Trabalho para tentar buscar uma solução para o impasse e impedir uma paralisação do sistema. De acordo com a assessoria do Sindimoc, nas linhas metropolitanas vão parar os ônibus das empresas que não pagarem o 13.º.
Em Curitiba, vão parar todas as linhas dos consórcios que tiverem empresas inadimplentes com os trabalhadores, relata o jornal.
